José Dirceu

Aos 22 anos, o líder dos estudantes paulistas era mineiro, mas nem um pouco discreto. Do teto de um ônibus ou da marquise de um edifício, era ele quem insuflava a multidão com gritos e gestos largos durante as passeatas. No dia seguinte, sua figura esguia e cabeluda ilustrava a primeira página de todos os jornais.

Antes de Dirceu nascer, no dia 16 de março de 1946, sua família, de ferroviários, tinha se mudado de Cruzeiro, um entroncamento importante, para Passa Quatro, uma pequena estação no fim da linha, ambas em Minas Gerais. O garoto aprendeu a ler nas revistas Lar Católico e Ave Maria, jogou futebol de salão e basquete, nadou em rio e soltou pipas, até tornar-se o chefe de uma pequena gangue juvenil da cidade. Por isso, nos anos 60, toda nova versão infantil do capeta que incomodava a cidade, levava as mães a sentenciarem:

— Esse aí parece o Zé Dirceu.

Durante o ginasial, no Colégio São Miguel, teve aulas com padres vindos da Austrália, Espanha, França, Argentina e Irlanda. Aos 15 anos, foi para São Paulo. Com mais sete rapazes, viveu oito meses numa quitinete de um prédio de fama duvidosa, no centro da cidade, antes de ir para uma pensão. Trabalhava de dia como office-boy, estudava à noite, e lia os clássicos publicados mensalmente pelo Clube do Livro, além de todos os jornais e revistas que lhe caíam nas mãos. Ao perder o emprego, passou a freqüentar bares e cabarés da Boca do Luxo. Em 1965, começou a cursar Direito na PUC, mas não gostou do ambiente:

— Não se podia fazer nenhum tipo de atividade, o ambiente era muito atrasado e autoritário. Chegava a dar medo. Para se ter uma idéia, os rapazes e as meninas tinham que se sentar separados na sala de aula, não podiam ficar juntos. Além do mais, eram obrigados a se levantar quando os professores entravam em sala, parecia um colégio de padre. E nem pensar em dirigir-se com alguma liberdade a um deles. Quando entrei lá pela primeira vez, pensei: “Mas isso aqui é um horror!”.

Arranjou a primeira confusão ao recusar-se a preencher o campo reservado para a religião do aluno, no formulário de matrícula:

— De jeito nenhum. Não declaro, isso não é assunto de vocês. Por que vou declarar minha religião?

O funcionário explicou que era obrigatório, mas Dirceu bateu o pé e ameaçou ir à justiça. Conseguiu finalmente matricular-se sem declarar sua fé – ou a ausência dela. Suas primeiras atitudes contestavam o formalismo da instituição, não o regime político do país. Com um grupo de colegas, criou uma contrafação de esquerda para a Turma da Canalha, tradição entre os direitistas da PUC. A primeira briga, vitoriosa, foi para juntar rapazes e moças dentro de classe. Na segunda, conseguiu acabar com a exigência de todos se levantarem à entrada do professor.

Normalmente usava camiseta de malha de gola careca, sapatos sem meias e um jeans que nunca via água e sabão. Mas eventualmente, aparecia de paletó e gravata, só para contrariar. Cabelo grande e pinta de galã, costumava sentar sobre a mesa do professor nas reuniões com os estudantes e, durante as aulas, provocava os mestres, colocando os pés sobre a carteira Começou a discutir política no escurinho do cinema – ou logo depois dele, nas reuniões do cineclube que fundou junto com José Wilson Sabag. Mas a iniciativa foi contestada por um grupo de direita e Dirceu entrou para o Partido Comunista, passando a conviver com a turma da Faculdade de Filosofia e da Faculdade de Arquitetura:

— Daí em diante, todo mundo pensava que eu era estudante da USP, porque minha vida cultural, social, meus amigos, minhas namoradas, todos passaram a ser do pessoal de lá.

Foi quando tornou-se presença constante na rua Maria Antônia, onde funcionava a Faculdade de Filosofia da USP, a meia quadra da Faculdade de Arquitetura da USP e da Faculdade Mackenzie. Em 1968, aquele foi o centro da agitação estundatil, muito embora o Conjunto Residencial da USP, na Cidade Universitária, ainda não totalmente ocupado, já rivalizasse em termos de pólo aglutinador dos estudantes.

Nessa época, Dirceu mudou-se para um apartamento na alameda Barros e começou a namorar Iara Iavelberg. O romance com a bela estudante de psicologia não o impedia de encontrar-se regularmente com Ivone, uma espanhola que trabalhava como bailarina em boates.

Seus vizinhos, que vira e mexe estavam no apartamento dele, eram dois italianos que diziam ser operários. Um dia, Dirceu foi levado para o Dops, onde lhe perguntaram muito sobre o movimento estudantil. Ele estranhou, pois não tinha cargo algum em qualquer organização estudantil. Finalmente descobriu que os tais italianos eram vinculados à ALN e que a polícia imaginava que haveria alguma ligação política entre eles. Acabou libertado, depois da interferência de Franco Montoro, então professor da PUC.

O presidente do Centro Acadêmico, Luis Travassos, convidou-o a participar da mobilização para um plebiscito sobre o decreto-lei Suplicy de Lacerda, que, entre outras coisas, proibia qualquer tipo de organização estudantil. A iniciativa foi um sucesso e, em 1966, Dirceu sucedeu Travassos na presidência da entidade.

A essa altura, ele já circulava na chamada Dissidência Comunista, uma entre tantas correntes em que se dividia o movimento universitário. Todas digladiando-se em torno de uma questão teórica: o papel que os estudantes deveriam desempenhar na luta contra a ditadura e na implantação do socialismo. As respostas, verdadeiras teses cheias de jargões marxistas, delineavam duas claques – a turma do Travassos e a turma do Dirceu. Ou mais especificamente, os simpatizantes da Ação Popular Marxista-Leninista, conhecida simplesmente como AP e o pessoal da Dissidência Comunista. Travassos e a AP acusavam Dirceu e a Dissidência de reformismo, pecado capital entre aqueles que se apresentavam como o farol da iminente revolução socialista. Dirceu sempre rejeitou o carimbo, alegando que as lutas específicas eram o caminho para conscientizar a massa:

— Ao questionarmos as anuidades, por exemplo surgiam os debates sobre ensino público e privado, a estrutura produtiva e o desemprego. Questionando o currículo, discutíamos a concepção que se tem da universidade e da sociedade. Dizíamos que a luta reivindicatória não era atrasada em si mesma, a menos que fosse encaminhada com o objetivo exclusivo de negociar com o governo. Sempre fomos a favor de negociar para avançar. Ao mesmo tempo, ocupávamos as faculdades e defendíamos a luta armada: dizer que nós éramos da direita reformista não colava.

O grupo de Travassos considerava o ME – era assim, como sigla, que o movimento estudantil aparecia em documentos e discursos – a vanguarda da sociedade para derrubar a ditadura. Para Dirceu e seu pessoal, a função do ME deveria ser mais modesta – apoiar a luta, que seria conduzida, de acordo com os preceitos marxistas-leninistas, pela única classe capaz de assumir a tal vanguarda – os operários. Mas quanto ao projeto político, as duas organizações assemelhavam-se: ambas buscavam identificar os quadros mais promissores do movimento estudantil e com eles montar uma força armada capaz de enfrentar e derrotar a ditadura. No caso da futura ALN, para atuar na guerrilha urbana. Já a APML imaginava que a guerra se daria no campo.

A acirrada disputa pelo poder nas entidades, alimentada por tais divergências teóricas, acabaram por transformar Dirceu em liderança – e mudaram até seu estilo de vida. Embora tenha festejado sua eleição na boate mais badalada da época, o Beco, ele largou a boemia. Como sofria de asma, bebia pouco, não fumava e nem tomava café – só leite e chá. Maconha, garante que não usava – a droga ainda circulava pouco no movimento estudantil paulista.

Em sua gestão, Dirceu organizou outras festas, reativou a Atlética e montou vários cursos extra-curriculares. Aliado aos arqui-rivais do Centro Acadêmico XI de Agosto, da Faculdade de Direito da USP, criou o Conselho dos Centros Acadêmicos. Finalmente, derrotou o grupo político de Travassos, elegendo-se presidente da União Estadual de Estudantes. O líder da AP não aceitou o resultado da eleição e manteve no cargo sua companheira de organização, Catarina Melloni, criando um duplo comando que duraria até agosto, quando cinco mil estudantes e representantes de 90% dos centros acadêmicos reunidos no Conjunto Residencial da USP confirmaram o poder de José Dirceu sobre a UEE. Um mês depois, a chamada Setembrada, um movimento quase espontâneo dos estudantes que resultou na invasão do campus, tornou-o conhecido nacionalmente.

Processado por organizar a UEE, considerada ilegal pelo governo, Dirceu dormia cada noite num endereço, andava armado e acompanhado por seguranças. Ainda assim, recusava-se a assumir definitivamente a condição de clandestino, embora houvesse uma ordem de prisão contra ele: era figurinha fácil, entrevistado diariamente pela imprensa, que não sofria qualquer censura e cobria livremente o vaivém dos estudantes. Alguns jornais, como a Última Hora e a Folha da Tarde, davam amplo espaço para os estudantes, suas ações e divergências e não escondiam certa simpatia pelo ME.

No Congresso da UNE em 1967, a AP venceu a disputa eleitoral, mas Dirceu consolidou sua liderança. Depois do Congresso, ele ficou algum tempo sem voltar à PUC, com medo de ser preso, em função das entrevistas publicadas durante o encontro. Ao regressar, descobriu-se um líder:

— Numa das vezes em que retornei à faculdade, depois de muito tempo sem aparecer lá por causa da perseguição policial, a escola inteira parou para me ver, conversar comigo, me tocar. Foi emocionante. No instante em que cheguei, todos os estudantes que estavam na frente do prédio fizeram silêncio e se voltaram para mim. Fiquei um pouco encabulado. Não entendia direito o que estava acontecendo, mas confesso que foi uma sensação agradável.

Poucos dias antes daquele Congresso, Dirceu e Vladimir Palmeira, que exercia liderança equivalente no Rio e era ligado à versão carioca da Dissidência, foram jantar na casa do jornalista Cláudio Abramo, diretor de redação do jornal O Estado de S. Paulo e casado com Radhá Abramo, amiga de infância de FHC. Os líderes estudantis comeram e beberam muito bem e discutiram a Tropicália, movimento artístico deflagrado por Caetano Veloso e Gilberto Gil. Palmeira era a favor, Dirceu, contra. O mote da polêmica era a música Proibido proibir, inscrita por Caetano Veloso na eliminatória de um festival e que acabou interrompida pelas vaias dos estudantes, levando o cantor a reclamar:

— Nós tivemos coragem de entrar em todas as estruturas e sair de todas. E vocês? Se vocês em política forem como são em estética, estamos feitos. E, quanto ao júri, é muito simpático, mas é incompetente.

Dirceu jura que nada teve a ver com a vaia, espontânea, mas admitiria 30 anos depois:

Mas quem estava certo era o tropicalismo, não éramos nós.

O ano de 1968 começou agitado em São Paulo, por causa dos chamados excedentes: uma legião de estudantes extremamente irritados e sem ter o que fazer. Naquela época, o exame não selecionava apenas os primeiros colocados, na exata proporção das vagas existentes, como acontece hoje. Quem tirasse nota acima do mínimo no vestibular ganhava esse carimbo incômodo e potencialmente explosivo – tornava-se um excedente. Apoiados pela UEE, os excedentes começaram a realizar manifestações de protesto. A palavra de ordem dizia tudo:

— Fomos aprovados, queremos estudar!

Surgiram acampamentos nas ruas e nas faculdades e o governo prometeu ir em busca de mais vagas. Na Faculdade de Filosofia, Octávio Ianni propôs uma reforma para atender à demanda, mas quando a congregação foi debater o projeto, os estudantes invadiram a sala, instalaram barracas e sacos de dormir por todo lado. A crise foi tamanha que Florestan Fernandes renunciou ao cargo.

Em março, a morte do secundarista Edson Luiz, no restaurante universitário Calabouço, no Rio, jogou gasolina na fogueira estudantil carioca, alimentando os protestos com os quais os estudantes “comemoraram” o golpe.

Em São Paulo, os estudantes concentraram-se diante da Livraria Francesa, em frente ao jornal O Estado de S. Paulo, na rua Major Quedinho e na entrada da Biblioteca Mário de Andrade, organizados em grupos de seis. Em sacolas de papel pardo, levavam vidrinhos com uma solução de água e amoníaco, para melhor resistir ao gás lacrimogênio lançado pelos policiais.

Só os líderes sabiam o trajeto da manifestação, mas horas antes, dezenas de grupinhos, identificáveis pela roupa e pelo comportamento, circulavam pelas ruas do centro, reunindo-se lentamente diante do prédio do jornal, ou uma quadra mais além, como se nada estivesse acontecendo. Visto com os olhos de hoje, esse “esquema de segurança”, resultado de intermináveis discussões, era simplesmente patético. Mas a polícia não interveio e o protesto reuniu sem incidentes dezenas de milhares de estudantes, que fizeram ecoar um estribilho insólito pelas ruas do centro:

— Repressão disfarçada é a arma de Sodré.

No dia seguinte, o governador Sodré ainda elogiaria publicamente o caráter pacífico da manifestação. Mudou de atitude depois do primeiro de maio, quando Dirceu e sua turma dissolveram a pedradas o comício na Praça da Sé. A partir de então, a polícia passou a baixar o sarrafo na estudantada, que trocou de palavra de ordem:

— Abaixo a repressão, mais pão, menos canhão…

Entre assembléias e passeatas, discutia-se também a reforma da universidade. Na USP, comissões paritárias de estudantes e professores debatiam e aprovavam mudanças na estrutura das faculdades. A fórmula repetiu-se na PUC, e muitas modificações chegaram a ser incorporadas aos estatutos das duas universidades, até dezembro de 1968, quando o AI-5 sufocou o movimento estudantil e várias outras formas de protesto e ação política.

Fonte: texto integralmente extraído do livro O Sapo e o Príncipe, de Paulo Markun.

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