Meu Querido Vlado

Numa época politicamente conturbada da história do país, Paulo Markun conheceu Vladimir Herzog quando este o convidou para colaborar no Opinião. Com apenas três anos de experiência jornalística, Markun não titubeou diante da oferta. Engajados e militantes do então clandestino Partido Comunista  Brasileiro, os dois tornaram-se colegas e companheiros também fora das redações, num curto período de convivência que ficaria profundamente marcado na vida de Markun.

Naqueles anos 70, eles sonhavam fazer um jornalismo mais dinâmico e honesto, ligado visceralmente aos acontecimentos da cidade e também do mundo.

Publicado em 2005

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